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sábado, 10 de setembro de 2011

Existem fatos, momentos e ocasiões na vida da gente e de quem a gente ama que a gente gostaria de poder congelar e poder guardar para sempre, não é? Na maioria das vezes registramos em fotografias estas lembranças, mas há também objetos que nos fazem 'voltar no tempo' quando vemos, tocamos... Como organizar isso tudo, sem a sensação de "entulho"? Integrando à decoração!

Fonte: http://pre-kteacher.tumblr.com
Fotos, o modo mais comum, geralmente colocamos em porta-retratos, em cima dos móveis. Mas há outras possibilidades de exibir esses registros de memória, também bastante charmosas e mantendo perto todas essas coisas boas.

Desenhos dos filhotes, por exemplo, eu adoro! Mas nada de arquivar em pastas, gosto expostos! Aqui em casa tenho, entre obras de artistas famosos, trabalhos meus e de colegas, alguns dos melhores desenhos de caco e Nani, emoldurados.

Dois dos trabalhos do caco têm, inclusive, ótima qualidade estética e ambém por isso foram meus escolhidos.

Mas todo desenho infantil é interessante e, claro, delicioso de ver e rever.

Fonte: http://homesweetatelier.blogspot.com
Se os objetos fazem parte de uma coleção, como, por exemplo, talheres, chaves etc. Podem ser organizados em composições interessantes, diretamente nas paredes, ou em caixas especiais.

Eu coleciono colherinhas de prata. São várias, de vários lugares, compradas por mim, algumas, mas a maioria ganhas de presente de amigos que sabem de minha paixão e, quando viajam, trazem prá mim.

Guardo todas em caixas de madeira com tampa de vidro, forradas de veludo preto, penduradas na parede da sala de jantar. Ficam expostas e decoram a parede, estando sempre perto de mim... E olha que eu não sou a única a colecionar colherinhas! :-)
"A palavra “colecionar” tem a ver com a palavra latina legere — "ler", "colher", que não está muito longe de outra, o verbo ligare, "prender", "atar", "ligar". O colecionador é aquele que sabe colher e ligar uma coisa com outra (coligar...), lendo, percebendo nexos e vínculos entre realidades dispersas."

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Porque poesia enche a casa...

Fonte: http://1.bp.blogspot.com
Recebi um e-mail de uma querida amiga que disse que, ao ler essa mensagem, lembrou de mim e desse blog... Não 'uma delícia isso? Vejam.

Casa arrumada é assim:


Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...


Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.


Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.


Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.


E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...


Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...... netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente!


Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.